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Dar não é doar, porque doar não é simplesmente dar. A diferença está na intenção, no sentimento que envolve e transpassa as partes envolvidas. Não há mérito nem demérito em dar, muito menos em doar. Dá-se um presente de aniversário, doa-se uma tarde de domingo. O que se dá esperando retorno não é dado, é vendido. O que se doa esperando retorno não é doação, é hipocrisia. Dá-se pela alegria do próximo, doa-se pelo bem do próximo.



DOAR é muito mais do que só uma colaboração!

Recententemente podemos presenciar o que é Doar com amor. Fomos presentados com 200 camisas para o fardamento das nossas crianças pela Days Rio confecções.



Doação é alegria, felicidade pura, paz indefinível e genuína. Não tem como ser diferente. O ato de doar, seja lá o que for, da forma que for, resulta numa alegria diferente de qualquer outra. É uma sensação de dever cumprido totalmente desprovida de orgulho ou vaidade.


Nosso Muito obrigado a Daysrio e a todos que tem doado com amor para nossas crianças e adolescentes. Vocês fazem parte do que somos.






De uma menininha de 04 anos que frequentava a creche á uma jovem de 16 anos hoje cursando o ensino médio e já profissional na área de cabeleireiro. E tudo isso por conta do apoio e do incentivo da ONG Operação Resgate, um diferencial na vida dos jovens do mutirão. Essas são as palavras da nossa funcionária e pedagoga, Maria José de Oliveira Xavier Fernandes, uma mãe com o coração cheio de orgulho e gratidão. Mãe de Maria Heloysa Xavier Fernandes.



A pequena Heloysa desde muito cedo já se destacava no meio das crianças por causa da sua estatura. Não demorou muito e ela começou a se destacar também pelos seus talentos. Sempre muto dedicada, aprendia com facilidade. Parece que foi ontem...


Seu primeiro destaque foi no festival de Ballet, quando ganhou seu primeiro certificado.


E isso não é tudo...



A pequena Heloysa continuou a crescer em estatura e desenvolvimento. Aos 14 anos ela se destacou no projeto Prisma, tocando vários instrumentos de percussão, também foi destaque na banda marcial e ainda no Ballet.





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Ainda não acabou...






Isso mesmo!

Heloysa aos 16 anos concluiu um curso profissionalizante e hoje é cabeleireira.

Parabéns !!!!



PALAVRA DE GRATIDÃO

Queria agradecer primeiramente a Deus por ter me dado a dádiva de concluir esse curso de cabeleireira porque nunca iria ter condições de pagar um, segundo a Marciano fundador do Projeto Operação Resgate, que considero como um pai pois desde pequena esteve ao meu lado me deu o privilégio de realizar esse curso, uma das várias metas concluídas, mas essa era a principal e realizei. Em terceiro lugar aos meus pais que me apoiaram o tempo todo, e que acreditaram em mim não só os meus pais mas também Marciano porque foi uma oportunidade única e ele acreditou no meu potencial e eu só tenho a agradecer. Também queria agradecer a diretora do Projeto Operação Resgate em Patos PB Maria Edinete por ter acreditado em mim assim como Marciano. Obrigado Deus por toda essa família Operação Resgate! Quero externar aqui meu grande agradecimento a essa família Operação Resgate que não fez o diferencial somente minha vida, mas na vida de outras crianças do projeto, pois somos realizadas profissionalmente por incentivo e apoio da ONG Operação Resgate. Diz Heloysa Xavier Fernandes.


Seguimos inspirando uns aos outros. E isso nos conecta e nos fortalece, como pessoas e como comunidade. Faça parte desta História, ainda é possível Resgatar vidas e Realizar Sonhos.











A Operação Resgate, em Patos, atua no bairro Nova Conquista (popularmente conhecido como Mutirão), que está localizado em uma área à margem da cidade. São diversas as famílias em situação de vulnerabilidade social que residem na região, enfrentando regularmente dificuldades econômicas, de acesso à saúde, educação, transporte e tantas outras.

Constantemente estamos engajados em projetos que buscam sanar as necessidades mais urgentes daqueles que precisam do nosso apoio.

Nosso centro acolhe diariamente diversas crianças, ofertando atividades de entretenimento e lazer, mas focando principalmente no apoio educacional, servindo de ponte entre o aluno e a escola, e reforçando os aprendizados obtidos através do ensino regular. Buscamos também trazer as crianças e suas famílias para uma vida de fé, ensinando a Palavra e demonstrando o poder que o reforço espiritual manifesta em nossas vidas.

No entanto, desde o início do ano, com o período de isolamento social, fomos forçados pelas circunstâncias a suspender as nossas atividades presenciais, pois precisávamos lidar com uma questão ainda mais urgente e assustadora: a pandemia do coronavírus.

Nossas recentes campanhas emergenciais foram, então, pensadas para fornecer à população instruções e equipamentos que lhes assegurassem prevenção às infecções, em resposta ao Covid19. Elas tem sido realizadas através da produção de máscaras, oferecendo instruções sobre cuidados e medidas de proteção, doando alimentos e itens básicos para o uso cotidiano.

Nessa semana, saímos pelas ruas do nosso bairro para garantir que os cuidados continuem sendo mantidos e aproveitamos para entrevistar algumas pessoas que são diretamente assistidas pelo nosso projeto. Trouxemos suas histórias para compartilhar em um misto de alegria, gratidão e urgência. Confiram conosco!

Pâmela, 27 anos


Beatriz é uma maravilhosa criança de seis anos de idade que frequenta a Operação Resgate desde os quatro anos. Sua mãe, Pâmela, natural de São Paulo, mudou-se para cá ainda muito nova e, infelizmente, teve uma infância bastante conturbada, vivenciando de perto os terríveis impactos da violência doméstica. Seu pai era um agressor.


Ainda muito nova, aos doze anos, Pâmela conheceu o seu atual marido e pai de Beatriz, e logo passou a conviver com ele.

Ela relata que o desenvolvimento da sua filha, desde quando começou a frequentar o nosso centro, tem sido surpreendente. Beatriz participa de diversas oficinas e sua atividade favorita é o ballet.

Com o início da pandemia a situação ficou bem complicada. Pâmela, que revende cosméticos em sua residência, sentiu um grande abalo nas suas vendas e o seu marido, que trabalha como servente de pedreiro, teve a maioria de seus serviços pausados. Atualmente eles estão sobrevivendo de pequenos trabalhos pontuais e a renda da família está bastante instável.

Pâmela ainda relatou, por fim, sua insatisfação com a (des)assistência oferecida pelo poder público da cidade, que aparenta tratar o bairro com grande descaso e não apresenta políticas estruturadas para a melhoria dos diversos problemas enfrentados na localidade, como questões de saneamento, geração de emprego e renda, criminalidade, etc.

“Sempre gostei da Operação, sempre defendo a Operação. Gosto demais de Marciano e não tenho palavras para comentar sobre tudo o que ele fez por esse bairro.”

Francisca Lira, 54 anos


Natural de Santa Teresinha, dona Francisca passou a maior parte da sua vida morando no sítio, mas viu-se obrigada a residir na cidade quando precisou iniciar um tratamento contra o câncer, alguns anos atrás. Mãe de quatro filhos e avó de Ana Lívia, que frequenta a Operação Resgate, ela relata o quão a sua vida e de seus filhos teriam sido diferentes se existisse uma instituição com os preceitos e projetos da ORE.

“A educação oferecida e a forma como as crianças são acolhidas na Operação é incrível. Uma verdadeira bênção. Não tenho o que dizer sobre os funcionários, a equipe em si, são excelentes.”

Dona Francisca relatou o quão as campanhas de doação de feiras e refeições têm sido importantes como um apoio às famílias nessa crise que está instalada na sociedade e que os afeto em uma magnitude, possivelmente, ainda maior.



Em breve contaremos muitas outras histórias que nos inspiram e nos motivam a continuar um trabalho tão necessário, belo e gratificante. Faça também a sua contribuição e auxilie diversas famílias e crianças em situação de extrema vulnerabilidade social!


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